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Como Utilizar Vértices Virtuais no Padrão INCRA

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A inacessibilidade de pontos de controle ou pontos de vértice é uma situação comum dentro do contexto de levantamento geodésico. Geralmente causado por fatores naturais, como vegetação densa ou corpos hídricos, os pontos inacessíveis podem ser levantados por métodos indiretos – os chamados vértices virtuais. Por Arthur Paiva* Na perspectiva do georreferenciamento de imóveis rurais, seguindo a  norma técnica 3ª Edição, publicada pelo INCRA em 2013 ,  é possível solucionar, cartograficamente, o problema do impedimento de acesso à um vértice de determinada propriedade rural. Solução Cartográfica A 3° edição da Norma define um conjunto de padrões de precisão de acordo com o perfil do vértice a ser levantado, conforme abaixo: Artificiais (melhor ou igual a 0,5m) Naturais (melhor ou igual a 3m) Inacessíveis (melhor ou igual a 7,5m) O impedimento do levantamento topográfico, muitas das vezes, é causado por obstáculos físicos, bloqueios naturais (vegetação dens...

Geomarketing Político

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O processo eleitoral é um momento de extrema importância no exercício da democracia. Diante de uma situação competitiva e de rivalidade, na escolha das opções a serem votadas, torna-se imperativo encarar uma eleição da mesma forma que as empresas enxergam o mercado. Além de encurtar a distância entre o candidato e o eleitor, o geomarketing político permite a percepção sistêmica e estatística de onde se localiza o eleitor que vota em determinado candidato. O Geomarketing Político consiste na aplicação de ferramentas de processamento geográfico de dados (SIG) no direcionamento de campanha política. Isso garante clareza territorial na distribuição dos eleitores entrevistados, identificação de problemas locais, efetuar análises comparativas populacionais e de eleitorado, quantificação de demandas sociais dentre outros anseios eleitorais. Assim, de forma geral, o gestor de campanha terá uma visão holística do eleitorado, relacionando diversos dados com as opiniões dos eleitores, ...

Treinamento Presencial Geopaiva: Introdução ao Uso do Sig e do Processamento Digital de Imagens no Ambiente Qgis

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NOVA DATA! CURSO DE QGIS E PDI (SENSORIAMENTO REMOTO) Matriculas abertas! 24 a 28 de Setembro VALOR: 10 x R$138,00 Carga horária: 40h/a MATRÍCULAS E PAGAMENTO:  https://pag.ae/bjC9pps ONDE: Rua Conde de Bonfim 120/713 Tijuca Office Center Venha estudar com todo o conforto e segurança. Próximo ao metrô São Francisco Xavier Contato: 2136893796 / 21988549132 Whats Como é importante para um profissional da área de Geotecnologias dominar os conceitos fundamentais relacionados com Sensoriamento Remoto e Processamento Digital de Imagens (PDI). Este curso com a prática de Quantum Gis (QGIS) será útil para especialista em Sensoriamento Remoto – focado em imagens de satélites e aerofotogrametria. Abordará os conceitos fundamentais de Sensoriamento Remoto, radiação eletromagnética, interação da energia com a superfície da Terra, sensores e suas resoluções, satélites, interpretação e análise dos dados e conceito de processamento digital e registro de imagens. A prática t...

Atualização de Cadastro Multifinalitário Municipal

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As constantes mudanças no espaço geográfico, inevitavelmente, exigem atualização constante dos processos de cadastramento cartográfico. Do ponto de vista urbano, a necessidade de um cadastro que retrate a realidade é ainda mais emergente, pois, no meio antrópico, temos transformações relevantes como novas construções, novos loteamentos, canalizações e diferentes usos do solo. As aplicações do Cadastro Técnico Multifinalitário (CTM) são variadas. No aspecto fiscal, com a finalidade de cobrar tributos, a prefeitura pode identificar irregularidades dos bens imobiliários cadastrados, como “puxadinhos” ou não-declaração de áreas construídas. Um outro exemplo está na identificação de áreas de interesse (ou de risco) a partir de problemas na habitação, assistência social ou obras públicas. No entanto, mesmo com todas as aplicações e a crescente necessidade, a atualização do Cadastro Técnico Multifinalitário, por meio do aerolevantamento tradicional, incorre em elevados custos de projeto....

Integração entre Operações de Campo e Escritório

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Em projetos com o uso do Sistema de Informação geográfica (SIG) é muito comum implementar processos de integração de atividades do campo com rotinas em gabinete. É aconselhável que as atividades do campo sejam frequentemente avaliadas por gestores, na garantia de precisão e efetividade dos dados envolvidos ao projeto. A equipe   da GeoPaiva Consultoria, assim, apresenta a capacidade de facilitar a integração com o uso de ferramentas cloud, ou seja, serviços em nuvem que permitem a agregação da equipe de campo com o suporte do escritório. Além do gerenciamento de levantamento, a integração permite: Avaliação, em tempo real, dos resultados das pesquisas em campo; Atuação, de forma concomitante, dos processos de levantamento e processamento de dados geográficos; Publicar resultados prévios para todas as equipes envolvidas; Melhor gestão do banco de dados; A tecnologia cloud GIS permite funcionalidades contidas no SIG desktop à ambiente Web. Sendo assim, é pos...

Processamento Digital de Imagens Orbitais

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O Processamento Digital de Imagens consiste no estágio intermediário da produção cartográfica, responsável por ajustar a imagem aos padrões posicionais e geométricos desejados. Sendo assim, o PDI surge como um processo fundamental na garantia da qualidade do dado geográfico ou da informação a ser gerada em 3 aspectos fundamentais: Qualidade, Manipulação e Interpretação de Imagens. ASPECTO 1: QUALIDADE DA IMAGEM O primeiro aspecto vai de encontro ao controle de qualidade do dado imagético a ser levantado. As imagens orbitais apresentam 4 características principais: Resolução Espacial (geométrica), Resolução Espectral, Resolução Radiométrica e Resolução Temporal. A resolução espacial consiste no nível de detalhamento que o sensor obteve ao coletar determinada imagem. É uma relação de pixel por unidade de terreno, ou seja, quanto eu um pixel vale no terreno. Esse fator é expresso em metros, como por exemplo, a imagem Landsat 8 que apresenta resolução de 15 metros. O t...

3 Soluções SIG para o Caos da Segurança Pública no Rio de Janeiro

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A calamidade financeira, pela qual passa o estado do Rio de Janeiro, figura como o epicentro de todo o caos que passa a cidade maravilhosa. Seja por culpa de ingerência política ou por culpa do cenário econômico nacional degradante, todos os dias a desordem alcança níveis sem precedentes, em especial na segurança pública. No Rio de Janeiro, a segurança pública, geralmente, é sumariamente definida como problema de polícia. O que se vê nas ruas é um patrulhamento ostensivo e reativo, onde o agente da segurança pública (policial ou guarda) se preocupa somente com os delinquentes ou meliantes naquele espaço de abrangência do mesmo. Essa situação, além de colocar a vida do agente em risco por deixa-lo exposto a ataques em série, torna a segurança pública ineficaz por não “prever” ou se antecipar a atos criminosos. Dessa forma, o Sistema de Informações Geográficas se apresenta com alto grau de relevância na atuação preventiva contra o crime organizado. Em tempos de pré-informática, a ...

Ferramentas Cartográficas para o Plano de Mobilidade Urbana

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O crescimento urbano é um processo inevitável. De acordo com fontes oficiais 84,3% da população vivem em espaços urbanos. Como consequência, a infraestrutura urbana e a dinâmica populacional têm contribuído vertiginosamente para a melhora dos processos de gestão de transportes. As ferramentas de cartografia, assim, figuram-se como soluções adequadas ao planejamento da mobilidade urbana. O Sistema de Informação Geográfica (GIS) é o instrumento de operação dos processos de mapeamento quantitativo e qualitativo em meio urbano e rural. No contexto da mobilidade urbana, o projeto geográfico deve contemplar 3 pontos principais: Levantamento e Cadastro de Informações: O planejamento do levantamento de dados é o primeiro passo na geração dos dados. Selecionar os instrumentos, definir os locais de coleta, elaborar o questionário qualitativo e aplicar processos de validação são ações a serem implementadas no contexto da mobilidade. Posteriormente, a construção de um banco de dados geog...

Construção de Infraestrutura em Sistemas de Informação Geográfica

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Em qualquer projeto, a espacialização de todo o seu escopo é fundamental para o entendimento abrangente dos fenômenos de interesse. Não faço referência somente ao cadastro de informações, mas a percepção de padrões geográficos ou de relacionamento de diversas variáveis com a área de estudo. O levantamento dos dados, sua análise e processamento interno e a elaboração de produtos cartográficos são atividades essenciais para orientar esforços, monitorar ativos e manter a clareza das informações espaciais. A modelagem conceitual do mundo real a ser representado indica que tipos de dados são relevantes ao projeto ou decisão. A estrutura SIG irá armazenar dados georreferenciados, scripts   de processamento customizado e uma cartografia padronizada. A partir dessa perspectiva, a construção/elaboração de uma infraestrutura em Sistemas de Informação Geográfica se mostra útil como uma ferramenta de gestão. Para entender melhor a estrutura SIG, a elaboração da estrutura do sistema...